Saúde mental para crianças, adolescentes e adultos em Joinville

A Psiqville reúne psiquiatria da infância e adolescência, psiquiatria de adultos, psicoterapia e arteterapia. Agende direto com a profissional pelo WhatsApp.

Centro Médico União · Rua Alexandre Döhler, 129, 11º andar, sala 1103 · Joinville/SC

Nossa equipe

  • Dra. Silvia Marchesan De Prá Nörnberg

    Dra. Silvia De Prá

    Médica psiquiatra da infância, adolescência e adulto

    Atende crianças, adolescentes e adultos

    Agendar
  • Dra. Morgana Leonora Coral

    Dra. Morgana Coral

    Médica psiquiatra, com formação em Terapia Cognitivo-Comportamental

    Atende adultos

    Agendar
  • Camila Pietruza

    Camila Pietruza

    Psicóloga clínica e arteterapeuta, especialista em Gestalt-terapia

    Atende crianças, adolescentes, adultos e idosos

    Agendar

Conheça a formação de cada profissionalPsicólogo ou psiquiatra? Veja a diferença

Bem-vindo à Psiqville

Nossa missão é ajudar você a voltar a acreditar em si e em um futuro melhor. Aqui você encontra um espaço dedicado à saúde mental, com uma equipe qualificada e comprometida com o bem-estar e a qualidade de vida de cada paciente.

O atendimento é acolhedor e humanizado. Trabalhamos junto com a família e a escola quando o paciente é uma criança ou adolescente, e com outros profissionais de saúde sempre que o tratamento pede.

10
anos de experiência
+600
pacientes atendidos
100%
de comprometimento com o paciente

Como trabalhamos

  • Profissionais com residência médica

    Psiquiatras com residência médica e título de especialista, incluindo formação específica em infância e adolescência.

  • Integração com família e escola

    Pais e escola participam da avaliação e do tratamento, para olhar o paciente em todos os ambientes em que ele vive.

  • Trabalho multidisciplinar

    Psiquiatria e psicologia trabalham juntas e conversam com neurologistas e outros profissionais quando necessário.

  • Psicoterapia

    Gestalt-terapia, arteterapia e intervenções breves em Terapia Cognitivo-Comportamental, para crianças, adolescentes, adultos e idosos.

Perguntas frequentes

O que pais e pacientes mais perguntam antes da primeira consulta.

Psicólogo ou psiquiatra? Qual a diferença?

Muitos pais ou responsáveis, ao notar alguma alteração no comportamento de crianças ou adolescentes, ficam em dúvida sobre qual profissional procurar. Vamos ajudar você a entender cada um.

O psiquiatra é o médico especialista nas questões que envolvem os mais variados tipos de sofrimento mental. Por ser médico, apenas ele está autorizado a receitar remédios e a emitir diagnósticos e laudos médicos, conforme a legislação atual. Seja a origem biológica ou ambiental, os transtornos mentais podem ser altamente incapacitantes, e o sofrimento se estende a todos que convivem com a pessoa, ainda mais quando se trata de uma criança ou adolescente. Entre as áreas de atuação reconhecidas na Psiquiatria, uma das mais conhecidas é a Psiquiatria da Infância e Adolescência, responsável por diagnosticar e tratar de maneira específica o sofrimento mental nessa fase, que exige um olhar cuidadoso. Como a criança ainda passa por grandes mudanças físicas e mentais, é importante ser atendida por um especialista.

O psicólogo é o profissional formado em Psicologia, curso que estuda a mente humana e o comportamento. Ele identifica alterações causadas por traumas, medos e conflitos, e ajuda quando a pessoa sofre por não conseguir lidar com pensamentos conflitantes. Também aplica testes para avaliar funções mentais e pode contribuir, por exemplo, na escolha da carreira. O psicólogo pode ser procurado mesmo quando a criança não tem um transtorno mental: ele ajuda no desenvolvimento geral, tornando a pessoa mais confiante e preparada para as adversidades da vida.

Muitas vezes o atendimento combina consultas com os dois profissionais. São profissões importantes e complementares.

Quando procurar um psiquiatra?

Os transtornos mentais na infância e na adolescência causam sofrimento e prejuízos sociais e escolares. Também atrapalham o desenvolvimento, impedindo que a criança alcance as habilidades esperadas para a idade. Os principais sinais de alerta são:

  • Mudança no comportamento habitual ou comportamentos diferentes do esperado para a idade. Exemplos: medos recorrentes, ansiedade e nervosismo, alterações no sono e no apetite, choro frequente, manias e rituais estranhos, apego exagerado a um familiar, recusa em ir à escola, urinar ou evacuar na roupa ou na cama.
  • Alterações do sono, como insônia, sonambulismo ou aumento da necessidade de dormir.
  • Alterações da alimentação, como recusa em comer, mudança do apetite ou seletividade alimentar.
  • Comportamentos persistentemente diferentes do esperado para a idade, como manias estranhas, apego exagerado à rotina, irritabilidade persistente, agitação e dificuldade de ficar quieto quando seria esperado, dificuldade de manter a atenção.
  • Dificuldade de se relacionar com pessoas da mesma idade ou com adultos. Por exemplo: é muito retraído e fica nervoso quando precisa conversar, briga muito e fica agressivo, não consegue fazer amigos, prefere ficar sozinho, tem dificuldade de entender regras sociais, não aceita regras, tem comportamento opositor ou desafiador.
  • Dificuldade de aprender e de acompanhar o desempenho escolar dos colegas.
  • Desenvolvimento atrasado em relação ao esperado. Por exemplo: demorou para falar, andar ou fazer sozinho as atividades do dia a dia.
  • Comportamento frequentemente agressivo ou dificuldade de controlar as emoções, com explosões desproporcionais ao que as provocou.
  • Machucar-se de propósito, falar com frequência sobre morte ou ameaçar se matar. Isso também pode aparecer em desenhos e brincadeiras com conteúdo excessivo de morte.

Como funciona uma consulta?

A consulta começa com uma entrevista inicial detalhada e o exame do estado mental do paciente. Se o paciente for uma criança, a entrevista inicial é com os pais e, depois, a criança é avaliada. Se necessário, podem ser solicitados exames complementares (laboratoriais, testes ou exames de imagem). A participação da escola é muito importante para avaliar o paciente de forma ampla, em vários ambientes. Somente depois dessas etapas são formuladas as hipóteses diagnósticas e traçado um plano terapêutico individualizado.

A criança nem sempre sabe se expressar com palavras, como os adultos. E agora?

Além de todas as etapas da avaliação psiquiátrica, usamos técnicas que exploram outras formas de expressão. Muitas vezes o profissional usa desenhos, jogos e brincadeiras, que ajudam o psiquiatra a chegar a respostas importantes para o diagnóstico ou para avaliar o tratamento.

Para que serve o psiquiatra da infância e adolescência?

O desenvolvimento infantil é complexo e merece cuidado e atenção dos pais. Muitas vezes a criança não apresenta sintomas claros de um transtorno, ou tem mudanças repentinas de comportamento que podem ser sinal de que algo não vai bem. A Psiquiatria da Infância e Adolescência é a área da medicina dedicada à saúde mental desse público. Somente o psiquiatra pode diagnosticar, medicar e fazer os encaminhamentos necessários a cada caso. É importante deixar o preconceito de lado, para que a criança que apresenta algum problema tenha a oportunidade de ser mais saudável e feliz.

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Depoimentos

A Dra. Silvia, através da sua sensibilidade e competência, me ensinou um dos maiores aprendizados de vida com relação aos relacionamentos interpessoais. Sempre que precisei, me ajudou a equilibrar assuntos profissionais e pessoais. Médica maravilhosa, atenciosa, dedicada, empática, ética. Recomendo a todos e só tenho a agradecer.

V. F. Administradora de empresas

Tive o privilégio de ser atendida pela Dra. Silvia De Prá enquanto servíamos na Marinha do Brasil. Sem dúvida é uma profissional altamente capacitada e bem preparada para trabalhar na área da Psiquiatria. Me ajudou muito em vários momentos. Sempre lembro da Dra. Silvia, pois um dia alguém perguntou a ela: “Como é trabalhar com tantos problemas, com doenças psíquicas que muitas vezes não têm cura?”. E ela respondeu: “Se eu souber que meu trabalho foi eficaz e ajudou ao menos uma pessoa a sentir-se melhor com suas questões, já terá valido a pena”. Obrigada, Dra. Silvia, pela dedicação e competência.

M. B. C. P. Jornalista e militar

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Dicas da equipe para pais

Ouvir
Converse e escute seu filho, identifique quais são seus medos e preocupações. Demonstre empatia com as suas dificuldades. Oriente e se envolva!
Seja exemplo
Respeito ao próximo, educação, cumprimento de regras, solidariedade, capacidade de ouvir e aceitar opiniões divergentes e aceitar diferenças são alguns valores básicos. Aos pais cabe não só ensinar valores positivos aos filhos, como também ser exemplo de conduta para eles.
Rotina
Manter horários para dormir, acordar, comer, estudar e brincar ajuda a organizar o dia e torna as atividades previsíveis. Isso reduz o estresse de crianças e adolescentes.

Vídeos

Conversas sobre ansiedade, autismo, dislexia, luto e desenvolvimento infantil.

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